30 de janeiro de 2010
Fotos variadas
Em comemoração das 100 postagens do blog, eu gostaria de por algumas fotos editadas por mim do Titanic.
28 de janeiro de 2010
Titan e Titanian
Morgan Robertson foi um escritor muito conhecido com o livro que criou em 1898 chamado ''The Wreck of Titan'', a história é um romance que aconteceu num navio naufragado (na história), o Titan afundou depois de bater num iceberg, tão quanto o Titanic que também teve o mesmo destino, o Titan também tinha quase o mesmo número de passageiros que teve o Titanic, muita coincidência ou uma visão? E as coincidências não acabam por aí! o Titan era considerado ''Insubmergível'' como o Titanic!
Em 1935, um outro navio chamado ''Titanian'', transportava carvão da Inglaterra para o Canadá, quem estava de vigia era o marinheiro William Reeves que nasceu no dia do naufrágio do Titanic. O Titanian estava se aproximando do local onde o Titanic afundou, William, sem motivo algum, mandou parar o navio, e quando derrepente, apareceu um iceberg no meio da escuridão, o Titanian quase tinha batido num iceberg.
Esses fatos, eram previsões ou coincidências? Isso, nós nunca iremos saber.
Em 1935, um outro navio chamado ''Titanian'', transportava carvão da Inglaterra para o Canadá, quem estava de vigia era o marinheiro William Reeves que nasceu no dia do naufrágio do Titanic. O Titanian estava se aproximando do local onde o Titanic afundou, William, sem motivo algum, mandou parar o navio, e quando derrepente, apareceu um iceberg no meio da escuridão, o Titanian quase tinha batido num iceberg.
Esses fatos, eram previsões ou coincidências? Isso, nós nunca iremos saber.
O fim do SOS

SOS é a sigla enviada em código morse em situações de emergência. Não significa Save our Souls ou Save our Ship
como correntemente é dito e como muitos pensam, ainda, que foi usado pela primeira vez no naufrágio do Titanic, mas porque a combinação dos três pontos seguidos de três traços seguidos de três pontos é facilmente reconhecível numa transmissão em código morse, mesmo com interferências.
História
Este sinal foi primeiramente adoptado pelo governo da Alemanha nas regulamentações de rádio a 1 de Abril de 1905, e começou a ser um padrão mundial quando foi aceito na segunda International Radiotelegraphic Convention, firmada a 3 de Novembro de 1906, tornando-se efectiva no dia 1 de Julho de 1908.
O primeiro navio a enviar um SOS via rádio foi o Arapahoe em 1909, pois estava perdido ao norte do continente americano.
O fim do sentido original do SOS aconteceu em Janeiro de 1999, quando foi oficialmente aposentado o serviço de telegrafia Morse nas comunicações marítimas. A Autoridade de Segurança Marítima da Austrália foi a última organização internacional a deixar de reconhecer oficialmente o sistema. A Rádio Melbourne realizou a transmissão final em código Morse ao seu Serviço Móvel Marítimo às 23:59 UTC do dia 31 de janeiro de 1999.
17 de janeiro de 2010
Jogo: 1912 Titanic Mystery
Mais um jogo envolvendo o nome Titanic, que segue o mesmo estilo do Hidden Expedition Titanic, já colocado aqui no blog, onde para avançar as fases é necessário localizar alguns itens na tela. DICA: Tenha um dicionário inglês/português, ajudará bastante.
O enredo é o seguinte: O lançamento do Titanic II está definido para marcar o aniversário do centenário do navio RMS Titanic, que naufragou na sua viagem inaugural em 1912, mas um misterioso adversário tem escondido uma bomba a bordo do navio e pretende acabar com esta viagem inaugural e comemorativa.
Você é a única pessoa que pode descobrir onde está escondida a bomba e salvar o navio e todos a bordo. Procurar objetos escondidos em locais exclusivos ao redor do majestoso navio, para descobrir as páginas do diário oculto e outras pistas para revelar a localização da bomba é a sua missão.
Em cada fase você deverá localizar de 10 a 12 itens e terá apenas 6 bóias de ajuda, você poderá conseguir mais bóias durante as outras fases, mas com o limite máximo de 6 bóias apenas.
São 30 lugares para explorar no navio, mais 30 mini quebra-cabeças para serem resolvido, caso contrário terá 10 minutos de acréscimo de punição no seu tempo, 31 wallpapers muito legais para usar no seu desktop.
Ao longo do caminho você interage com personagens diferentes para aprender um pouco da história do RMS Titanic, desde a construção até o trágico naufrágio.
Clique aqui para baixar o jogo e se divertir. Eu gastei 9 horas e 6 minutos neste jogo e particularmente gostei bastante dos gráficos e da diversão.
Os arquivos para download não são de nossa responsabilidade, portanto no caso de quebra de link não teremos como recolocar.
Ao longo do caminho você interage com personagens diferentes para aprender um pouco da história do RMS Titanic, desde a construção até o trágico naufrágio.
Clique aqui para baixar o jogo e se divertir. Eu gastei 9 horas e 6 minutos neste jogo e particularmente gostei bastante dos gráficos e da diversão.
Os arquivos para download não são de nossa responsabilidade, portanto no caso de quebra de link não teremos como recolocar.
Créditos: Alencar Silva, Titanic Momentos
1 de janeiro de 2010
Feliz Ano novo Titânicos!
Feliz Ano Novo Titânicos! que esse seja um ano repleto de felicidades, alegria, e como sempre, o Titanic no coração.
30 de dezembro de 2009
27 de dezembro de 2009
Titanic brasileiro tem história contada em documentário

Imagine uma madrugada de Carnaval no Litoral Norte de São Paulo em que corpos começassem a aparecer nas praias, trazidos pela correnteza e ondas do mar. Bem poderia ser este um roteiro de filme de terror. Mas não é. Trata-se de uma história verídica contada pelo documentário Naufrágio - Mistério e morte na catástrofe do Príncipe de Astúrias, de Eduardo Sallouti. O filme, que estreia nesta sexta-feira (25), apenas na cidade de São Paulo, remonta a trajetória do maior naufrágio da história do Brasil. E o Terra traz, com exclusividade, um vídeo com o making of do filme.
Em 1916, o navio afundou no litoral de Ilha Bela matando cerca de 1200 pessoas. Luxuosa, a gigantesca embarcação estava repleta de famílias nobres, além de sua imensa tripulação. A densa neblina no mar do Atlântico, um desvio de bússola e o choque com as pedras deram cor e números à tragédia. Centenas de pessoas afundaram junto com o navio naquela madrugada de quase um século atrás.
É verdade que a história lembra aquele filme do cinema. Contudo, o famoso Titanic afundou quatro anos antes e os fatos acima remontam um roteiro que ainda não foi às telas. O Príncipe de Astúrias deixou Barcelona com direção a Recife e afundou em Ilha Bela, quando se dirigia ao porto de Santos.
"As coincidências com o Titanic são realmente impressionantes. Acredito que até pela proximidade das datas, quatro anos depois, a história do Príncipe de Astúrias não tenha chamado tanto a atenção na época", disse Edu Sallouti. O lendário Titanic afundou em 1912, matando 1523 pessoas. Já o transatlântico espanhol que Sallouti resgatou em seu documentário naufragou em 1916, como foi dito, nas águas do Litoral Norte de São Paulo. Pouco conhecida, a história e o filme poderão ser vistos na última semana de dezembro, a partir do dia 25, em uma única sala no Reserva Cultural (Avenida Paulista, 900).
Causas do naufrágio Segundo o diretor, fica difícil precisar a verdadeira causa da tragédia. Especula-se um torpedo vindo de um navio alemão, um choque com um navio inglês e até uma sabotagem, com bombas no interior do navio. Mas, a causa mais provável é que o Príncipe de Astúrias tenha se chocado com pedras, por um erro de seu capitão ou por um problema na bússola.
"Os indícios apontam mais para essa causa, sem dúvida", disse Edu Sallouti, que estudou e pesquisou a história da embarcação por 6 anos. O que é certo é que o barco afundou muito rápido. Oficialmente, 460 pessoas foram mortas. Mas, seu número mais provável conta aproximadas 1200 mortes. "É sabido que foram aproximadamente 1200 vítimas, a tripulação na sala de máquinas era imensa. Há ainda relatos bizarros de corpos saqueados por caiçaras nas praias que jamais foram encontrados", completa o diretor.
Corpos dourados Trazidos pela maré e aparecendo nas praias de Ubatuba, os cadáveres protagonizaram uma das passagens mais dantescas desta história. Muitos caiçaras, pescadores locais, percebendo a riqueza que acompanhava os passageiros mortos, começaram a saquear os corpos ali mesmo na areia da praia. Dedos, com anéis e jóias, foram cortados. Corpos foram mutilados, desenterrados, lavados, e enterrados novamente.
"É bizarro, mas é verdade. Além dos relatos da época, alguns corpos encontrados posteriormente confirmaram isso. Mas, talvez, mais assustador que isso seja o fato de que onze toneladas de ouro podem ainda estar lá. Isso porque esse ouro embarcou junto com os judeus, que eram maioria como passageiros. Onze toneladas de ouro soldado e escondido na superestrutura do navio. Estamos falando de cerca de 1,4 milhões de libras, que possivelmente ainda estejam no fundo do mar até hoje", contou Sallouti.
Até hoje? O maior desafio é que as condições para um resgate minucioso no transatlântico são muito adversas. O mar é revolto, mas tem-se conhecimento de que muitos piratas já efetuaram algumas buscas lá embaixo - e apenas eles sabem o que encontraram.
Edu Sallouti ouviu para o documentário um mergulhador que já tem mais de 400 incursões na embarcação. "Ele é quase um legista, sabe muito bem como está lá no fundo". Mais que isso, sua lista de principais fontes conta com um capitão da marinha, um historiador, além de filhos e netos dos sobreviventes.
Terra
Em 1916, o navio afundou no litoral de Ilha Bela matando cerca de 1200 pessoas. Luxuosa, a gigantesca embarcação estava repleta de famílias nobres, além de sua imensa tripulação. A densa neblina no mar do Atlântico, um desvio de bússola e o choque com as pedras deram cor e números à tragédia. Centenas de pessoas afundaram junto com o navio naquela madrugada de quase um século atrás.
É verdade que a história lembra aquele filme do cinema. Contudo, o famoso Titanic afundou quatro anos antes e os fatos acima remontam um roteiro que ainda não foi às telas. O Príncipe de Astúrias deixou Barcelona com direção a Recife e afundou em Ilha Bela, quando se dirigia ao porto de Santos.
"As coincidências com o Titanic são realmente impressionantes. Acredito que até pela proximidade das datas, quatro anos depois, a história do Príncipe de Astúrias não tenha chamado tanto a atenção na época", disse Edu Sallouti. O lendário Titanic afundou em 1912, matando 1523 pessoas. Já o transatlântico espanhol que Sallouti resgatou em seu documentário naufragou em 1916, como foi dito, nas águas do Litoral Norte de São Paulo. Pouco conhecida, a história e o filme poderão ser vistos na última semana de dezembro, a partir do dia 25, em uma única sala no Reserva Cultural (Avenida Paulista, 900).
Causas do naufrágio Segundo o diretor, fica difícil precisar a verdadeira causa da tragédia. Especula-se um torpedo vindo de um navio alemão, um choque com um navio inglês e até uma sabotagem, com bombas no interior do navio. Mas, a causa mais provável é que o Príncipe de Astúrias tenha se chocado com pedras, por um erro de seu capitão ou por um problema na bússola.
"Os indícios apontam mais para essa causa, sem dúvida", disse Edu Sallouti, que estudou e pesquisou a história da embarcação por 6 anos. O que é certo é que o barco afundou muito rápido. Oficialmente, 460 pessoas foram mortas. Mas, seu número mais provável conta aproximadas 1200 mortes. "É sabido que foram aproximadamente 1200 vítimas, a tripulação na sala de máquinas era imensa. Há ainda relatos bizarros de corpos saqueados por caiçaras nas praias que jamais foram encontrados", completa o diretor.
Corpos dourados Trazidos pela maré e aparecendo nas praias de Ubatuba, os cadáveres protagonizaram uma das passagens mais dantescas desta história. Muitos caiçaras, pescadores locais, percebendo a riqueza que acompanhava os passageiros mortos, começaram a saquear os corpos ali mesmo na areia da praia. Dedos, com anéis e jóias, foram cortados. Corpos foram mutilados, desenterrados, lavados, e enterrados novamente.
"É bizarro, mas é verdade. Além dos relatos da época, alguns corpos encontrados posteriormente confirmaram isso. Mas, talvez, mais assustador que isso seja o fato de que onze toneladas de ouro podem ainda estar lá. Isso porque esse ouro embarcou junto com os judeus, que eram maioria como passageiros. Onze toneladas de ouro soldado e escondido na superestrutura do navio. Estamos falando de cerca de 1,4 milhões de libras, que possivelmente ainda estejam no fundo do mar até hoje", contou Sallouti.
Até hoje? O maior desafio é que as condições para um resgate minucioso no transatlântico são muito adversas. O mar é revolto, mas tem-se conhecimento de que muitos piratas já efetuaram algumas buscas lá embaixo - e apenas eles sabem o que encontraram.
Edu Sallouti ouviu para o documentário um mergulhador que já tem mais de 400 incursões na embarcação. "Ele é quase um legista, sabe muito bem como está lá no fundo". Mais que isso, sua lista de principais fontes conta com um capitão da marinha, um historiador, além de filhos e netos dos sobreviventes.
Terra
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